quarta-feira, 29 de agosto de 2007

D. Baixote, D Chorão e D Incógnito

A estória que escrevo poderia ter lugar no Reino de Buébuébuédalonge, mas não. Irá vê-la num pavilhão multiusos perto de si. Acontece que mais uma vez o denominado maior partido da oposição vai a congresso (normalmente acontece de seis em seis meses). Os Barões do partido organizam-se, conjuram, fazem alianças em torno dos senhores feudais apresentados no torneio medieval a que eles chamam congresso. Meus senhores (e minhas senhoras) é este espetáculo que os sociais democratas apresentam ao País em vários actos, pois tudo começa na campanha eleitoral em que os candidatos a principe se vituperam com violência e clamam de n manipulações orquestradas por aqueles que no dia seguinte se sentarão lado a lado.
Desta vez serão três competidores com dificuldades diversas. D. Baixote têm extrema dificuldade em segurar-se no cavalo com a armadura e a lança e pode estatelar-se ao primeiro empurrão. D. Chorão, tão facilmente se emociona que as lágrimas lhe turvam a vista e raras vezes consegue acertar no alvo. D. Incógnito, esse não sabe quem é, provavelmente por não ter dinheiro para pagar a uma agência de comunicação.
Considerem este texto, como um desabafo de um comunista passadista, velho, relho e caduco como todos os outros comunistas.

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